Fimuv – Festival Internacional de Música de Paços de Brandão

“O Refúgio” - Teatro e Marionetas de Mandrágora

A floresta era tão grande, tinha tantas árvores onde cabiam e onde viviam todos… mas agora resta apenas uma árvore na floresta e este é o único refúgio de todos os animais. Mas o que está a acontecer? O homem está a enlouquecer! Neste espetáculo, Caruma, protetor da floresta e dos animais, vive em harmonia com a natureza e luta para a sua floresta não ser destruída pela mão do homem. Inspirados pela missão de dar voz à proteção da Floresta, criamos este espetáculo onde a música ao vivo e as marionetas se fundem numa ode à natureza e a tudo o que ela tem de belo. Será que ainda vamos a tempo de reverter o triste futuro a que o planeta parece estar condenado?

Ficha Artística:

Direção Artística – Clara Ribeiro, Filipa Mesquita
Interpretação e Música Cénica – Ana Maria Pinto, Clara Ribeiro
Composição Musical – Ana Maria Pinto
Marionetas, Cenografia e Adereços – Marta Fernandes da Silva
Figurinos – Patrícia Costa
Operação de Luz – César Cardoso
Registo de Vídeo – Sérgio Torres
Fotografia Promocional – Margarida Ribeiro
Produção – Teatro e Marionetas de Mandrágora
Parceria – Centro Ambiental de Esposende, Centro Ambiental da Mealhada Apoio – Município de Espinho/Câmara Municipal de Espinho, Município de Gondomar

 
 
 
 
 

Teatro e Marionetas de Mangrágora

O Teatro e Marionetas de Mandrágora é uma companhia profissional de teatro de marionetas com direção artística de Clara Ribeiro e Filipa Mesquita e direção plástica de enVide neFelibata, fundada a 2 de abril de 2002 na simbiose de uma linguagem simbólica conjugando o património e o legado tradicional com o pensamento e a dinâmica da sociedade contemporânea, com um elemento fundamental, a marioneta.

O nosso objetivo é descobrir as potencialidades estéticas, plásticas, cénicas e dramáticas da marioneta em si mesma, como em relação com o ator e nessa descoberta explorar a dramaturgia que nos caracteriza: a de explorar a cultura, a crença e a lenda aliada à urbe, à exploração tecnológica e à velocidade da aldeia global.

Ao longo do nosso percurso têm sido diversas as propostas nos diversos públicos, quer na formação de base ou especializada. Descentralização, trabalho comunitário, criação em parceria e a valorização social e inclusiva são preocupações preponderantes. Ao longo destes 22 anos afirmámos a Companhia como uma estrutura de criação artística contemporânea através das dezenas de propostas de espetáculos apresentadas nacional e internacionalmente, quer sejam criações próprias, bem como em colaboração com outras estruturas e entidades.

Temos como premissa o uso várias linguagens e diversas visões que se unem num ponto comum do desenvolvimento da arte do teatro das marionetas. A ponderação sobre a problemática das fragilidades sociais e um olhar atento sobre tradições e sobre o património são as bases da dramaturgia da estrutura que se consolidam em olhares distintos, mas simultaneamente convergentes