Fimuv – Festival Internacional de Música de Paços de Brandão
Ficha Artística:
Direção Artística – Clara Ribeiro, Filipa Mesquita
Interpretação e Música Cénica – Ana Maria Pinto, Clara Ribeiro
Composição Musical – Ana Maria Pinto
Marionetas, Cenografia e Adereços – Marta Fernandes da Silva
Figurinos – Patrícia Costa
Operação de Luz – César Cardoso
Registo de Vídeo – Sérgio Torres
Fotografia Promocional – Margarida Ribeiro
Produção – Teatro e Marionetas de Mandrágora
Parceria – Centro Ambiental de Esposende, Centro Ambiental da Mealhada Apoio – Município de Espinho/Câmara Municipal de Espinho, Município de Gondomar
O Teatro e Marionetas de Mandrágora é uma companhia profissional de teatro de marionetas com direção artística de Clara Ribeiro e Filipa Mesquita e direção plástica de enVide neFelibata, fundada a 2 de abril de 2002 na simbiose de uma linguagem simbólica conjugando o património e o legado tradicional com o pensamento e a dinâmica da sociedade contemporânea, com um elemento fundamental, a marioneta.
O nosso objetivo é descobrir as potencialidades estéticas, plásticas, cénicas e dramáticas da marioneta em si mesma, como em relação com o ator e nessa descoberta explorar a dramaturgia que nos caracteriza: a de explorar a cultura, a crença e a lenda aliada à urbe, à exploração tecnológica e à velocidade da aldeia global.
Ao longo do nosso percurso têm sido diversas as propostas nos diversos públicos, quer na formação de base ou especializada. Descentralização, trabalho comunitário, criação em parceria e a valorização social e inclusiva são preocupações preponderantes. Ao longo destes 22 anos afirmámos a Companhia como uma estrutura de criação artística contemporânea através das dezenas de propostas de espetáculos apresentadas nacional e internacionalmente, quer sejam criações próprias, bem como em colaboração com outras estruturas e entidades.
Temos como premissa o uso várias linguagens e diversas visões que se unem num ponto comum do desenvolvimento da arte do teatro das marionetas. A ponderação sobre a problemática das fragilidades sociais e um olhar atento sobre tradições e sobre o património são as bases da dramaturgia da estrutura que se consolidam em olhares distintos, mas simultaneamente convergentes